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quarta-feira, novembro 11, 2009

Marco Regulatório Civil da Internet

Por Marluce Alessandra Peron Garcia
Segunda-Feira, 9 de Novembro de 2009
O Governo chama os usuários para participarem da criação de leis sobre o uso da internet.

Lançado no dia 29 de outubro, o Marco Regulatório Civil da Internet é um meio de consulta à população com a finalidade de definir regras legais para garantir os direitos, deveres e responsabilidades quanto ao uso da internet por parte dos brasileiros.

Qualquer cidadão pode participar da discussão na página do Marco Civil (http://culturadigital.br/marcocivil/) e postar comentários e sugestões sobre os temas inicialmente listados na proposta de consulta. Você também pode acompanhar parte do debate através do Twitter (@marcocivil).

O processo é dividido em duas fases, com a duração de 45 dias cada uma delas. A primeira consiste em montar a estrutura de um anteprojeto de lei, levando em consideração as opiniões dos internautas a respeito dos tópicos elaborados pelo próprio Governo. Nela, você pode opinar sobre questões desde a privacidade do usuário até a ampliação das redes de banda larga.

Na segunda fase, será disponibilizado o anteprojeto no mesmo site para que os internautas possam adicionar comentários, favoráveis ou não, para manter ou alterar determinado dispositivo legal (artigo, parágrafo, inciso) para que seja incluído no real projeto de lei que será proposto oficialmente.

Participe da discussão sobre seus direitos e deveres na web!

Na avaliação de Pedro Abramovay, secretário de Assuntos Legislativos, a população possui um papel muito importante na elaboração das leis: "Estamos partindo do pressuposto que a participação popular pode enriquecer o processo de construção de nossas leis. O conhecimento coletivo e voluntário pode — e deve — ser usado para aperfeiçoar a elaboração legislativa em nosso país".

Vale ressaltar que o objetivo do Marco Civil é criar uma legislação, já que o assunto ainda é novo na área do Direito e não está totalmente regulamentado, o que limita a atuação do Estado na defesa dos direitos fundamentais dos cidadãos.

Passados quase 15 dias do início do projeto, podemos observar através do site do Marco Civil que muitos comentários construtivos já foram postados. Mas espera-se que a participação popular aumente. Agora é a sua vez de expressar sua opinião e contribuir com o debate!


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Windows 7: qual usar, 32 ou 64 bits?

Por Luísa Barwinski
Segunda-Feira, 9 de Novembro de 2009
Depois da chegada do novo SO, fica a dúvida: mudar ou não a versão do meu Windows? Quais vantagens terei com o sistema x86 ou x64? O Baixaki mostra quando compensa ou não mexer no time.

Sempre que um novo sistema operacional chega às lojas, o usuário logo se pergunta “Qual deles devo usar?”. A dúvida fica ainda maior quando o sistema possui uma grande variedade de versões, como acontece com o Windows 7. O novo sistema da Microsoft tem pacotes voltados aos mais diferentes tipos de usuários – dos domésticos aos empresariais, todos possuem suas especificidades. Além disso, parece que só para complicar a vida do usuários leigo, cada uma dessas versões possui variantes de 32 e 64 bits. E agora? Como saber qual é a melhor escolha para o meu computador?

Não é difícil descobrir qual será a versão do Windows 7 que você irá ocupar no seu computador. É uma questão de observação, apenas. Entretanto, existem alguns motivos para fazer a opção. Porém, basta focar-se na seguinte pergunta: o seu computador tem 4 GB ou mais de memória? Se a resposta for “sim” é bom considerar o uso da versão x64, ou seja, 64 bits. Isso porque as versões possuem arquiteturas diferentes, e no caso da x64 há a possibilidade de trabalhar com um número maior de memória. Enquanto isso, as versões x86, ou seja, 32 bits, têm reconhecimento limitado da memória – apenas 4 GB que serão lidos como 3,2 GB.

Qual é o melhor?

Isso acontece porque a versão 32 bits é planejada para computadores de menor porte e potência, por isso há esta limitação. Se você não exige muito da máquina, recomenda-se o uso do Windows 7 x86. Neste ponto, chegamos a outra pergunta: “Então devo comprar as duas versões para descobrir na hora?”. Não, amigo do Baixaki. Não é necessário comprar duas caixas do Windows 7 – até porque o preço no Brasil não permite luxos desse tipo. O novo sistema operacional da Microsoft possui as duas versões na mesma caixa, a escolha ficará a seu critério no momento em que for instalar o Windows no seu computador.
Entendendo as diferenças
Então, quando você for comprar seu Windows 7, verifique qual é a versão do sistema operacional anterior. Isso fará com que você hesite menos na hora de optar pelas versões. O segredo para tudo está na capacidade do processador que o seu computador utiliza. A quantidade de bits informada no seu processador indica a quantidade de bits que ele é capaz de processar por segundo. Por isso, a versão do seu Windows deverá ser compatível com o “trabalho” do seu processador. Se a peça instalada no seu computador consegue trabalhar com apenas 32 bits, não é possível instalar o Windows de 64 bits, afinal há apenas metade da capacidade de processamento de dados.

Tudo depende do seu processadorTudo depende do seu processador
Compatibilidade é problema?

No caso dos computadores com o Windows 7 64 bits, a compatibilidade pode representar um problema sim. O ponto de conflito surge principalmente no que se refere aos softwares e hardwares. Se você possui um computador cujo processador trabalha bem com sistemas operacionais x86 e x64, o uso de hardware é misto e pode ser usado em qualquer circunstância, sem o menor problema. Porém, se você tinha um computador de processamento igual a 32 bits e trocou por uma CPU nova, na qual o processador é de 64 bits, e deseja usar os mesmos periféricos (mouse, teclado e outros), pode haver problemas de compatibilidade entre o equipamento e o sistema operacional. Para se prevenir, use o Centro de Compatibilidade da Microsoft que oferece um bom banco de dados com as informações a respeito do que você deseja instalar.

Verifique a compatibilidade do hardware que você deseja instalar!

Contudo, o banco ainda não está completo. Algumas informações dele podem estar desatualizadas ou então não estarem disponíveis. Outra questão de compatibilidade pode ser levantada a partir dos drivers dos componentes como placas de vídeo, áudio e outros. Quando a versão é 64 bits, todos os drivers são assinados pelo desenvolvedor – o que aumenta bastante a sua segurança na hora de baixá-lo e instalá-lo no seu computador.
Como descobrir a capacidade do processador?
Existem algumas maneiras de se descobrir a capacidade do seu processador. Uma delas é acessando as propriedades de sistema do computador. Para isso, você poderá usar o Windows 7 Upgrade Advisor, que irá descobrir quais são as especificações técnicas do seu computador e recomandar – ou não – a instalação do Windows 7. O que acontece é um teste no estilo “varredura” para saber se o computador está pronto para receber o novo Windows e qual é a recomendação que a Microsoft faz, caso a resposta seja positiva.

Descubra qual é a versão do seu sistema anterior ao Windows 7 antes de instalar!

Outra opção é utilizar um programa chamado CPU Z, que tem como finalidade principal listar as características do seu processador em uma tela bastante intuitiva. Entretanto, apenas um dado de todos aqueles é realmente importante: a parte em que o software diz se o processador trabalha com o intervalo x86 a x64. Normalmente, são os processadores da linha AMD 64 que possuem esse híbrido de funcionamentos.
O veredito
X86 ou x64, eis a questão... Não é complicado decidir entre as versões. Basta saber a qual é a taxa de trabalho do seu processador e também ter bastante claro em mente que a sua necessidade de uso irá influenciar diretamente nesta decisão. Se você mantém vários programas pesados abertos ao mesmo tempo, como o Adobe Photoshop, Premiere e algum jogo como o World of Warcraft, por exemplo, precisará de uma máquina com mais memória. Logo, a versão do Windows 7 que melhor se adapta às suas características de uso é a x64 (64 bits). Portanto, se você tem um computador de alto desempenho, não há motivo para não optar pela versão de maior processamento.

Se você estava na dúvida sobre o que fazer quanto à escolha de mais um dos detalhes do novo sistema operacional da Microsoft, este artigo pode ter ajudado a solucionar este problema. Afinal, a variedade é bastante grande e, com isso, as dúvidas crescem na mesma proporção. O que você acha da variedade de versões oferecida neste lançamento? Conte para a gente no seu comentário!

Fique ligado para mais dicas sobre o Windows 7!

Até a próxima!



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Power line Communication: a rede na tomada

Por Eduardo Karasinski
Terça-Feira, 10 de Novembro de 2009
Rede diretamente na tomada: conheça a tecnologia Power line Communication

Hoje vivemos em um mundo com tantos cabos para todos os lados que nos perdemos no meio deles. Saímos na rua e vemos os postes elétricos, com fios de luz e de telefone passando sobre as nossas cabeças.

Em casa, temos todos os aparelhos elétricos que passam pelo caminho até chegarem às tomadas. E, para completar, ainda usamos cabos de rede para conectar os PCs entre si e à internet. Isso porque nem tudo que é sem fio (wireless) funciona perfeitamente. Nem sempre o sinal sem fio trabalha sem falhar.

A rede direto na sua tomada

Ligue na tomada e conecte o cabo.Se a opção wireless fosse perfeita, seria a ideal, já que o não uso de fios sempre é a prioridade. Na procura por melhorar a qualidade e não ter ainda mais fios, foi criada a tecnologia PLC (Power line Communication).

Através de um adaptador conectado em sua tomada (na imagem ao lado, o Aztech HL106E), você transforma todo o sistema elétrico da sua casa em uma rede. Assim, cada tomada é um ponto de acesso.

Quando se fala em utilizar a rede elétrica para algo que não seja abastecer eletrônicos, já pensamos que pode dar errado e queimar os aparelhos. O fato é que a energia elétrica funciona na frequência entre 50 e 60 Hz, enquanto a conexão PLC usa de 1 a 30 MHz. Dessa maneira, um sinal supostamente não deve causar interferências ao outro.

A tecnologia funciona tanto de maneira interna, com a transmissão de dados usando a rede elétrica do prédio, apartamento ou casa, quanto externa, em que é usada a rede pública de energia para transmitir. A maior vantagem é que, com o Powerline, a velocidade se mantém bastante alta e dificilmente tem quedas.

Como usar

A instalação é muito fácil e acaba sendo um dos pontos mais positivos de se usar a tecnologia PLC. Tudo de que você precisa é de um adaptador (comumente chamado de Powerline Adapter). Você só precisa ligar o adaptador na tomada e conectar a ele o modem e o roteador. Depois disso, qualquer tomada em sua casa vira um ponto de acesso de rede.

Ou seja, você precisa de um adaptador, que será o distribuidor de sinal, e de um capaz de receber. Sendo assim, o segundo Powerline Adapter vai à outra tomada da residência, bastando então conectar um cabo de rede nele e no PC. Você pode usar quantos adaptadores quiser, ligando na tomada e conectando o cabo até o PC.

Como funciona a tecnologia.

Desvantagens: elas sempre existem

As ondas se interferem.Como dito, quando você conecta o adaptador em uma tomada da sua casa, todas as outras viram um ponto de acesso. Sendo assim, a interferência com outros eletrônicos que utilizem a frequência de rádio, como telefones sem fio e televisores é inevitável. Ondas como as de rádio e de televisão analógica também acabam sofrendo interferências graves com o PLC.

Também não se pode esquecer de que problemas como raios existem, e de maneira até frequente. Tudo bem, todos os nossos equipamentos eletrônicos já correm risco na tomada, mas o PLC acaba sendo mais um.

Outro ponto negativo é o fato de a tecnologia ser compartilhada paralelamente. Se não houver uma divisão clara entre apartamentos e casas, todos acabarão por compartilhar a conexão. E, é claro, a velocidade cai drasticamente, de acordo com quantas pessoas estão utilizando a rede no momento. Caso haja uma divisão, você não terá problemas, pois a rede é criptografada.

Mas a maior desvantagem da tecnologia é o fato de a conexão PLC ser prejudicada por filtros de linha, estabilizadores e no-breaks, ou seja, você só pode usar a tomada para o adaptador PLC. Além disso, o PLC é half-duplex: cada adaptador pode transmitir e receber dados através dele, mas não simultaneamente. Assim, os pontos funcionam um de cada vez.

Conclusão: quando poderemos usar?

Alguns países determinaram por lei a proibição da utilização do PLC. Porém, aqui no Brasil é permitido e já existem adaptadores da tecnologia à venda, com uma média de preço que vai de 300 a 500 reais (por um kit de dois aparelhos).

Os planos, entretanto, são de servir internet através desta tecnologia. Algumas experiências foram feitas em todo o mundo e várias delas mostram que vale a pena o investimento, com fatores que vão desde o custo não tão alto até a qualidade do serviço. No Brasil estão sendo feitos testes para implantação há muitos anos, pela Copel, no Paraná, Eletropaulo, em São Paulo, Celg, de Goiás e Light do Rio de Janeiro.

Sendo assim, é possível que no ano que vem vejamos serviços de internet sendo oferecidos pela energia elétrica. Com certeza seria prático não somente para aqueles que navegam em casa ou no trabalho, mas também para os serviços públicos espalhados pela cidade, que terão tráfego de dados fácil e desimpedido.

- Veja mais informações sobre isso no artigo Banda Larga na Tomada.

O futuro

Hoje em dia a
informática está praticamente presente em tudo que fazemos, os empregos querem pessoas capacitadas e que tenham conhecimento em informática.

O computador cada vez mais está sendo indispensável no cotidiano das pessoas. Quem não faz uso dele acaba estando em desvantagem. Podemos dizer hoje, que não ter o básico em informática é como viver na idade da pedra.

Tudo que vamos fazer, precisamos fazer torna-se mais fácil com o computador.
Atualmente, a informática já invade varias áreas. Imagine no futuro, tudo sendo feito através do computador. Essa realidade não está muito longe não. Desde já temos que nos adaptar a essa realidade, para que num futuro próximo, não soframos com isso.

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